E se o terapeuta fosse até o paciente?

E se o terapeuta fosse até o paciente?

O Acompanhamento Terapêutico (AT) é uma proposta inovadora que visa promover a autonomia, reinserção social e uma melhora na vida do paciente (acompanhado). Ele tem como manejo, formas de escuta e acolhimento da pessoa em dificuldade de inclusão social e pode ser utilizado por profissionais de diversas áreas. Ou seja, o trabalho no AT será de cooperação na rede que se constitui para o atendimento à pessoa-família-sociedade. O AT é indicado para indivíduos que se encontram em situação de sofrimento psíquico, por vezes isolados, e destina-se sobretudo àqueles que apresentam dificuldade de relacionamento e convívio social, devido a comprometimentos emocionais ou limitações físicas ou sensoriais. Neste tipo de abordagem, o profissional (acompanhante) vai até o paciente e não o inverso, que é a abordagem tradicional. O trabalho é feito em local do cotidiano dos pacientes, ou seja, os atendimentos podem acontecer em casa, no trabalho, na escola e/ou em espaços como cinemas, lanchonetes, shoppings, à escolha do acompanhado. O desenvolvimento deste trabalho tem o intuito de ajudar o paciente em seu dia-a-dia a encontrar estratégias que possam levá-lo a se reinserir na sociedade, como por exemplo, voltando a fazer coisas que não fazia e descobrindo coisas nova para fazer, sempre pensando em suas habilidades.

Instituto Comviver – Ribeirão Preto/SP
(CRP 06/5904/J)


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Comentários

  1. Rosilda Raphael de Almeida : maio 22, 2018 at 5:31 pm

    Nos MÃES de autistas precisamos de apoio e suporte para entendermos e enfrentarmos as adversidade .PARABÉNS a todos

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